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DIARIO DO SET
Finalmente consegui um tempinho pra postar aqui. Correria total. Acordar diariamente às cinco e dormir às 22. Horario de fazenda, ritimo de metrópole. Mas tá valendo a pena. O filme começa tomar forma. Vi algumas cenas e aquela aura poética do livro me parece preservada.

Fiz uma ponta como bilheteiro do cinema. O personagem era do Jordão (Deus), que infelizmente não pode ir.

Meus amigos: o ator Marcos Cesana e a atriz/produtora Adriana Duval no intervalo das gravações.

Viviane Pasmanter (Dona Maria) Lucas Alexandre (Beto) e Arlete Salles (Dona Leonor)

O operador de câmera Junior Loiola, ao fundo Arlete Salles e Viviane Pasmanter.

Sentindo a "craquete".

O diretor Luca Amberg botando a mão na massa.

Joana, assistente de câmera.

Gravando no meio da mata.

Lucas Alexandre numa cena super dificil. Ele se saiu muito bem.

De grua até eu! O Diretor de fotografia Cristiano Wiggers na cena da cachoeira.

Cena na cachoeira. Frrrrrrrrrrrrio pra caramba.

Eu e o tecnico de som direto Tiago Bittencourt e seu assistente Juliano Zoppi.
Tenho mais umas 400 fotos e videos, mas não tá dando tempo de postar. É tudo muito rápido. O ator Werner Schunemann chegou hoje. Amanhã o dia será longo.
Escrito por Márcio Américo às 23h53
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Comprei hoje o livro QUANDO EU ERA O TAL, do "beat diplomado" Sam Kashner. Estou na página 69 e já dei boas risadas com a aventura deste maluco na "universidade" Jack Kerouac. Curiosidades sobre as lendas beatnicks, idiossincrasias, drogas, viadagem, literatura e mistérios. Mais um daqueles livros que vai acabar rapido demais. Muito legal a parte em que Allen Ginsberg chega pra ele e diz: Termine este poema, esta é tua tarefa como aluno". O poema sugeria um boquete. O cara se comenta: nunca me fizeram um boquete, como vou escrever sobre o boquete dos outros?
Escrito por Márcio Américo às 13h40
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LUZ, CÂMERA, AÇÃO!
As filmagens de Meninos de Kichute começaram no dia trinta de setembro, terça feira. A primeira cena gravada foi uma sequência em que os meninos vão à matinê do Cine Espacial. Pela manhã toda a equipe concentrou-se no Cine Olido que serviu de locação. Oitenta figurantes devidamente trajados com figurinos dos anos 70 mais os atores dos times do Barriguinha e de Beto. À tarde a equipe deslocou-se até o campo do Nacional onde foi gravada a cena com o ator Paulo Cesar Pereio e o menino de kichute Lucas Alexandre. Na terça à noite viajei à Londrina, perdi as gravaçõse no ferro-velho, no campo do Nacional, não vi a primeira participação do meu amigo Mário Bortolotto, mas a partir de agora fico até o final. Hoje, as dezoito horas, a equipe toda desloca-se para Piracaia (meia hora de Sâo Paulo), onde ficará até o final das filmagens, previsto para o dia nove de novembro. Estou de volta a Sao Paulo, desta vez trouxe minha câmera, a partir de amanhã teremos imagens diretas do set de Meninos de Kichute.
Escrito por Márcio Américo às 06h09
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MENINOS DE KICHUTE -

O ator Lucas Alexandre, o Beto. Criador e Criatura.

Leonardo Pires, o Zé Luis, já devidamente paramentado.

Elena (Soninha), Lu Segall (preparadora de atores), Mayara (Rosa), Lucas (Beto), Leonardo (Zé Luis) e Vinicius (Ismael).

Felipe (Gambá), Victor (Hiroshi), Josapha (Pilico), Ícaro (Barriguinha), e a dupla Irmãos Bacalhaus Mateus (Wanderley) e Rodrigo (Cláudio).

O último à direita é o Diogo (Silvanir).
Escrito por Márcio Américo às 15h20
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o ator Paul Newman (83 anos) morreu esta noite.
Escrito por Márcio Américo às 11h53
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TEATRO FOLHA
Há cerca de tres meses, quando cheguei a sampa pra começar a produção do Meninos, quando a equipe era formada ainda por três pessoas (agora são mais de 50), pedi a minha amiga Fernanda D'Umbra que me levasse ao Teatro Folha pra ver o Clube da Comédia. Assistimos ao show que contava com os atores: Marcela Leal, Oscar Filho e Rafinha Bastos. Lembro-me que fiquei olhando aquele palco e pensando: eu quero subir lá. Foi o que fiz ontem. A convite do comediante de stand up Bruno Mota, pude subir naquele palco e ouvir o teatro rindo. Muito bom. Estavam lá, além de Bruno Mota, Marcio Ribeiro e a Marcela Leal. Hoje volto pra lá, a apresentação começa à meia noite. O teatro Folha fica no Shopping Higienópolis.
Meninos
Ontem levei o Lucas Alexandre, o ator que interpreta o persongem Beto, ao campo no Nacional onde fez treinamento de goleiro. O filme passa a tormar forma de filme. Vejo objetos de arte chegando: tvs, rádio, panelas, brinquedos, a década de setenta está de volta. Ontem os meninos fizeram provas de figurino e maquiagem. As gravações começam dia 30, terça feira.
Escrito por Márcio Américo às 11h51
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Um mês for a de casa, isto na verdade não chega a ser uma novidade no meu histórico, mas um mês longe do Mateus é uma novidade um tanto dolorosa. Não conhecia ainda este tipo de dor, aquela da ausência irremediavelmente presente. Renata e Mateus passaram o final de semana aqui, conseguimos sair um pouco no sábado e domingo pela manhã, mas no geral fomos atropelados pela urgência do filme. Mas não era isto que eu queria? Um filme? Tudo tem um preço. Não queria acompanhar o dia a dia da produção, me inserir nisto de forma mimética? Tudo tem um preço. Aeroporto de Congonhas, seis horas da manhã, no portão de embarque passo Mateus pro colo da Renata, ele pressente o que vai acontecer e faz um muxoxo de choro, me olha perguntando? Porque? Não consigo encara-lo por muito tempo. Já no saguão de embarque, separados por fitas, faixas de segurança, vejo-o já distraído com alguma coisa, me veio uma merda de um pensamento: ele ta se habituando a minha ausência. Pode ser só piraçao da minha cabeça e ele ta assimilando tudo isto sem muito trauma. Não sei dizer. Dirijo de volta pro hotel com aquele velho buraco crescendo em cima do peito, aquela sensação de salto no vazio, o trapezista cego sem rede. Ressaca emocional. Promessas. Tudo tem um preço. Por aqui as coisas movem-se como uma locomotiva: arte, figurinos, luz, câmera, elenco, reunião com equipe técnica, roteiro, idéias, são Paulo e sua geografia ilógica, o quarto de hotel e o controle remoto calibre 44. Tudo tem seu preço. Tudo.
Escrito por Márcio Américo às 20h19
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CHICLETE COM BANANA - ANGELI
Escrito por Márcio Américo às 09h56
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OOOOOOOOOPS,
Acabei fazendo confusão, novidade nenhuma. O show de stand up que faço hoje é no Teatrix que fica na Peixoto Gomide, 1066, o telefone é (11) 3285 0939. A apresentação começa à meia noite. Os comediantes são: Aramyz - Dinho Machado, Léo Chacra, Miriam Palma e eu. Esta apresentação vou filmar, aliás, será filmada pela amiga Vivian Amadio, produtora de elenco do Meninos de Kichute. Tenho outra apresentáção para colocar no youtube, mas esta no celular do Luca e nao sei como tirar de lá, parece que sumiu o tal do cabinho usb.
Escrito por Márcio Américo às 18h50
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AMANHA FAÇO STAND UP NO TEATRIX, O ENDEREÇO TAÍ EMBAIXO.
Escrito por Márcio Américo às 21h08
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STAND UP
Sexta faço mais uma apresentação de stand-up comedy aqui em Sao Paulo. É a terceira. A estréia foi no Improriso, depois fiz com o pessoal do Café Le Rose (Gustavo Engracia), semana passada voltei ao Improriso e agora rola esta no Teatrix. A apresentação no TEATRIX é na sexta feira às 23:59 - rua Peixoto Gomide, 1066 - telefone (11) 3285 0939. Nesta noite estarão no palco: Aramiz, Dinho Machado, Leo Chacra, Miriam Palma e eu! Devo fazer uns sete a oito minutos, ou seja, a fase do open mic já era. Domingo deve rolar outra, assim que for confirmado o local eu aviso. Quanto ao filme, entramos, esta semana, em pré-produção, tudo acontecendo muito rápido, pessoas sáo agregadas à equipe todos os dias, rostos diferentes.
Escrito por Márcio Américo às 09h36
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MIRISOLA E O HOMEM-BOMBA
Puta texto legal do Marcelo Mirisola. Nos parágrafos finais ele descreve uma cena que viu no youtube onde um reporter entrevista o homem-bomba minutos antes do óbvio.
Para ler o texto clique aqui: http://congressoemfoco.ig.com.br/DetArticulistas.aspx?colunista=22&articulista=506
Escrito por Márcio Américo às 09h23
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Escrito por Márcio Américo às 13h50
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Prometo que não vou seguir adiante com este assunto, não aqui neste blog, mas como o autor de O HOMEM QUE QUERIA SER VILLAGE PEOPLE manifestou-se, aí vai. O texto em negrito/itálico é meu:
Márcio, o Thiago me colocou a par da situação. Gostaria de dizer que o que você escreveu em seu blog é um julgamento precipitado, pois você nem sequer escreveu pra ele e perguntou o que estava acontecendo.
Pra mim está muito claro o que está acontecendo.
Sinceramente eu nunca ouvi falar de você, da sua peça, que aliás o Thiago comentou que existia após eu chamá-lo pra dirigir e se fosse me apropriar de algum "título" (coisa que não faço) assim como você disse que fiz, com certeza seria de uma peça ou autor que conheço!
Ou seja, mesmo sendo avisado de que você poderia estar prejudicando alguém você foi em frente, se você fez isto com um sujeito que vc não conhece, imagine com um conhecido!!!
Veja bem!!!!!! "O homem que queria ser RITA CADILAC" = "O homem que queria ser UM VILLAGE PEOPLE"?????? Tem certeza que é igual? Leia ATENTAMENTE por favor... Só pra constar, tenho uma peça chamada Almas de vidro, e esses dias em São Paulo vi uma chamada Rosas de vidro, vou reclamar? Ninguém pode nunca mais usar a palavra VIDRO em nenhum Titulo Semelhanças existem!
Realmente, ninguém é dono da palavra “vidro”, como ninguém é dono das palavras “Megera” ou da palavra “Domana”, ninguém é dono do nome “Romeu” ou “Julieta”, aliás, não tendo dono as palavras, posso muito bem pegar as palavras “vês” “ninguém” “assistiu” “enterro” “última” “quimera” e escrever um poema bem legazinho, talvez algum fã de Augusto dos Anjos venha me encher o saco, mas pelo amor de deus, “ninguém pode nunca mais usar” estas palavras em um poema? Semelhanças existem. Quanto a Rosa de Vidro, o que vc faria se soubesse que o sujeito ignorou o aviso da similaridade? Na verdade não me admira muito você usar este tipo de expicação, já ouvi isso muitas vezes, mas nunca de pessoas que conhecem e procuram respeitar os direitos. Em Londrina ouvi exatamente este tipo de argumento quando copiraram descaradamente um espetáculo meu. Veja bem, não estou dizendo que você copiou o conteúdo da peça, o que esta causando incômodo é a semelhança em relação ao título e principalmente por você ter conhecimento desta similaridade.
Caso ainda ache que fiz o que vc diz, o que quer fazer a respeito?
Acho que você deveria ter perguntado isto antes de estrear o espetáculo.
Quando escrevi Meninos de Kichute, o título que me veio primeiro à mente foi Meninos da Rua Ivaí, mas pensei melhor e achei que este título poderia, ao invés de uma homenagem, tornar-se um incômodo. Resultado, acabei criando um título original do qual gosto muito.
Escrito por Márcio Américo às 09h41
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Thiago Duran me manda um e-mail onde explica que nao conhece o autor do texto, senhor Marcos Vigani, que inicia sua carreira com o pé direito. Segundo Thiago, Viani o procurou para dirigir a peça e que ao saber do título alertou o tal autor sobre a semelhança, mas este preferiu correr o risco, ou seja, mesmo sabendo que poderia estar prejudicando alguém foi em frente, o ego falou mais alto. Thiago por sua vez pôs em risco sua promissora carreira de diretor aliando-se a um projeto que causa dolo a outro, este foi seu erro, ele não era obrigado dirigir a peça, principalmente sabendo que tratava-se de algo que poderia ser interpretado como plágio, ele insistiu e colocou seu nome no projeto, o que fez dele cúmplice; uma duplinha. Pergunto eu, o que fazer?
Escrito por Márcio Américo às 18h18
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